
Criado pelos condes Diogo Fernandes e Onega, nobre casal das relações de Ordonho (seu pai) que se havia instalado na região de Viseu. As caldas de Lafões, Moçâmedes e Bordonhos terão servido de cenário à meninice do príncipe. À morte de Ordonho, que entretanto havia herdado o trono de Leon, o reino virá a ser dividido por três descendentes, entre os quais Ramiro. Coube a este a parte sul da Galiza, assumindo a regência da futura terra portucalense, com capital em Viseu.
A evolução política leonesa permitiu-lhe recuperar a unidade do Reino, sendo coroado em Zamora, a 6 de Novembro de 931. Sempre com o apoio da elite portucalense, passará a dedicar-se à consolidação da monarquia e ao avanço da reconquista para sul. A batalha de Simancas ficou nos anais das grandes vitórias militares, pela pesada derrota que conseguiu infringir ao califa Abd al-Rahman III. Na sequência disso, as tropas cordovesas moderaram a sua pressão sobre a fronteira cristã, o que permitiu a Ramiro lançar uma importante acção de povoamento em redor de Salamanca. Fortificou as linhas de defesa fronteiriças e criou novas mandationes regionais. A principal delas foi o condado de Monzón, que confiou a Asur Fernandes, um fiel seguidor que, apesar também de origem burgalesa, lhe serviu de apoio face ao irrequieto conde de Castela, Fernão Gonçalves. (...)
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