
NOAR, NOAR… não foi, ou foi, etéreo.
A realidade desta ideia foi substância para a vida, e ela própria vida, de uma comunidade, de um território, de uma região e de algumas pessoas que, com a ajuda de muitas, apostaram na telefonia, meio de comunicação, e com ela intervieram na sociedade.
A telefonia sem fios, A RÁDIO NOAR, que começando clandestinamente e, por isso, apelidada de pirata, foi dando voz à vontade de participar, de interagir e de contribuir para o crescer e para o saber da cidade.
Alguém teve a vontade, o empenho e a iniciativa de fazer algo diferente, inovador e, por que não, irreverente. Outros se juntaram no mesmo querer e foi assim que, no dia 23 de fevereiro de 1985, um grupo pequeno de viseenses fundou uma cooperativa e, com ela, uma rádio, a NOAR, que foi para o "ar" com a primeira emissão em 2 de abril de 1986.
Esta Rádio não foi a única, o que ainda tornou mais interessante e estimulante o movimento das rádios locais em Viseu, mas, seguramente, ficará na história da radiodifusão local como uma rádio que despertou curiosidade, polémica, discussão e critica à e na vida da cidade. (...)
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A imagem criada para este postal adopta alguns dos elementos que associo as projecto da Rádio Noar: os microfones de emissão, o símbolo criado originalmente para a Rádio transformado em padrão que evoca as paredes insonorizadas (uma das minhas memórias de há 30 anos do espaço físico da rádio), combiandos com o perfil da cidade de Viseu e as "ondas" da rádio.
Estas ondas remetem, de forma simbólica, para o impacto que foi a experiência das rádios piratas à época. Tanto en Viseu, como afinal no resto do país.

Do lado direito encontra-se o cartaz relativo à apresentação deste cromo. Para aceder ao registo de alguns dos momentos que acompanharam a apresentação, por favor veja a nossa página do facebook.
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ISSN 2182-455X