
Tudo indica que Augusto Hilário da Costa Alves terá nascido no dia 7 de Fevereiro de 1864, esta é a data da entrega do recém-nascido, na antiga Casa da Roda, em Viseu.
Figura incontornável da música portuguesa do final do século XIX, e nomeadamente do Fado de Coimbra, Augusto Hilário marcou uma época ultra-romântica e algo decadentista onde se destacavam os langorosos “ais” neumáticos.
Chegado a Coimbra para estudar Filosofia, acaba por vir a frequentar o curso de Medicina, mas foi a música que lhe deu fama. Quando começou, tocava apenas um pouco do bandolim, mas trazia de Viseu as artes do canto e rapidamente se integra nas lides serenateiras, das quais vem a ser principal figura. Fez parte da Tuna Académica e conviveu com diversos poetas que com ele estudavam. Reconhecidamente dono de um coração enorme e fraterno, vivia de expedientes, sendo que as serenatas, as tascas e a convivência com as meretrizes do Terreiro da Erva, constituíam as suas maiores tentações.
Aos 32 anos no dia 3 de Março de 1896 Augusto Hilário, morre devido aos excessos e ao álcool. Partia um filho de Viseu, que apaixonou Coimbra e rendeu todo o Portugal, à sua música e ao seu canto, perpetuado hoje e sempre que é interpretado o seu Fado: O Fado Hilário.
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1864 jan. 15, Viseu – Registo de baptismo de Lázaro Augusto.
1896 abr. 3, Viseu – Registo de óbito de Augusto Hilário da Costa Alves.
1883 jun. 8, Viseu – Escritura de perfilhação que fazem António da Costa Alves, e mulher, a seus filhos Augusto Hilário, António Pais e Carlos Alberto.
Brevemente.

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